terça-feira, 20 de julho de 2010

Cadeira dura afeta sua forma de ver o mundo


Ó, vida triste

Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e das universidades de Harvard e Yale (coisa pouca, hein?), nos EUA, descobriram que as sensações que móveis e objetos causam quando você os toca afetam diretamente o seu humor e a maneira como você se relaciona com as outras pessoas. Ou seja: sua cadeira é dura? Pode muito bem ser isso que está te deixando azedo ultimamente.

Em geral, toques suaves e delicados nos deixam bem humorados, felizes e cheios de generosidade. Já o contato com superfícies duras e ásperas nos deixa num humor egoísta e agressivo.

Isso foi comprovado em seis experimentos. Em um deles, pessoas sentadas em cadeiras duras (sem almofadas, daquelas bem sofridas mesmo, os caras ressaltam) foram menos maleáveis e mais ríspidos em negociações do que voluntários que sentaram em poltronas confortáveis. Em outro teste, estar em contato com objetos ásperos fez as pessoas sentirem uma dificuldade fora do normal na hora de interagir com desconhecidos.

Vem cá: é só comigo ou cada vez mais fica a impressão de que a gente não controla quase nada do que faz? E o resultado desse estudo ainda dá as mãos ao de outro, de 2008 e também com dedinho do pessoal de Yale: as pessoas veem as outras como mais agradáveis e carinhosas logo após terem segurado um copinho de café quente (!).

E por quê? Os pesquisadores acreditam que tenha alguma coisa a ver com o cérebro puxando lembranças de quando estávamos no útero – uma época em que as sensações táteis, o toque, o contato físico, era tudo o que existia pra gente.

Fonte: Ciência Maluca

Morar em regiões pobres aumenta a felicidade


E aí, será que esse pessoal é triste?

Como escolher um lugar para morar com a certeza de ser feliz por lá? “Tem receita?”, você pergunta. Tem sim! (E pode ser vista como politicamente incorreta, mas é ciência.) Anota aí: escolha uma vizinhança rica, mas numa região bem pobre da cidade – é o conselho de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA).

A impressão óbvia é que morar numa região pobre diminui a felicidade da pessoa, ao invés de aumentar, né? E sim, isso é verdade. Mas também há outra verdade a ser levada em conta, segundo os cientistas: comparar as próprias posses com as do vizinho e ver que estamos melhor de vida do que ele faz a gente se sentir bem (por mais feio que seja, é natural).

Então, seguindo essas duas verdades e cruzando dados do censo dos EUA, eles viram a tendência: o americano médio é mais feliz quando mora em vizinhanças de alto padrão (porque a qualidade de vida nelas é melhor), mas que ficam em regiões pobres (para poder se comparar aos outros – e gostar do que vê). Ou seja: é, somos mais felizes quando vivemos entre pessoas de classes sociais mais baixas. Mas desde que elas não estejam perto demais.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Fingir na cama é prova de amor


Foi bom pra você?

70% das mulheres já fingiu orgasmo. E 25% dos homens também (!). Mas só 50% deles sabe identificar quando ela está fingindo.

De tudo isso, na verdade, já se sabia desde 2000, quando pesquisadores ingleses entrevistaram 16 mil adultos sexualmente ativos para traçar um panorama da vida sexual do povão de lá – em especial, sobre o quanto eles se dispunham a fingir orgasmos na hora H.

Mas aí o economista Hugo M. Mialon, da Universidade de Emory, em Atlanta (EUA), parou para analisar esses dados e chegou a conclusões inéditas: (1) se você acha que o parceiro vai conseguir perceber que seu êxtase é de mentira, dificilmente vai tentar fingir; (2) homens de 30 anos fingem mais do que os de 20; (3) mulheres de 20 anos fingem mais do que as de 30; (4) ambos os sexos fingem mais após os 50; e (5) quanto mais você ama o parceiro, maior a probabilidade de fingir o orgasmo.

O que reverte a lógica e mostra que ser enganado na hora dos finalmentes pode ser uma coisa bem boa, né? Pensa aí: se a pessoa parece estar se divertindo bastante, ou você é muito bom de cama ou ela te ama o suficiente para fazer todo um teatro. Ô beleza!

Morar em regiões pobres aumenta a felicidade

Como escolher um lugar para morar com a certeza de ser feliz por lá? “Tem receita?”, você pergunta. Tem sim! (E pode ser vista como politicamente incorreta, mas é ciência.) Anota aí: escolha uma vizinhança rica, mas numa região bem pobre da cidade – é o conselho de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA).

A impressão óbvia é que morar numa região pobre diminui a felicidade da pessoa, ao invés de aumentar, né? E sim, isso é verdade. Mas também há outra verdade a ser levada em conta, segundo os cientistas: comparar as próprias posses com as do vizinho e ver que estamos melhor de vida do que ele faz a gente se sentir bem (por mais feio que seja, é natural).

Então, seguindo essas duas verdades e cruzando dados do censo dos EUA, eles viram a tendência: o americano médio é mais feliz quando mora em vizinhanças de alto padrão (porque a qualidade de vida nelas é melhor), mas que ficam em regiões pobres (para poder se comparar aos outros – e gostar do que vê). Ou seja: é, somos mais felizes quando vivemos entre pessoas de classes sociais mais baixas. Mas desde que elas não estejam perto demais.

10 maneiras de ficar mais inteligente

10. Coma peixe

Peixes oleosos são ricos em DHA, um ácido graxo Omega-3 responsável por 40% da formação das membranas celulares e podem melhorar a neurotransmissão. O DHA é necessário para o desenvolvimento do cérebro do feto e vários estudos ligaram dietas com bastante peixe à redução do declínio mental com a idade avançada. Mas antes que você morda a isca saiba que estes estudos se basearam no que as pessoas lembravam sobra as suas dietas, uma tarefa que cheia a peixe. Testes com Omega-3 em ratos não mostraram melhora nas habilidades cognitivas.

9. Beba chá

A cafeína do chá verde e preto faz o corpo pegar no tranco e afia a mente. Não é bom beber café e energéticos. Para um ganho cerebral excelente faça pausas regulares para beber chá. Doses pequenas durante o dia são melhores do que tomar uma única grande dose.

8. Sem pânico

Enquanto um leve nervosismo pode melhorar o desempenho cognitivo, períodos de estresse intenso nos transformam em neandertais. Tente controlar a sua respiração.

7. Mais devagar

Não existe o fenômeno anunciado por aí chamado de “leitura dinâmica”. Ao menos se o seu conceito de “leitura” significa compreender o texto. Estudos mostram que os leitores rápidos vão muito pior quando questionados sobre o texto. A resposta motora da retina, e o tempo que a imagem leva para ir da mácula para o tálamo e em seguida ao córtex visual para processamento, limita os olhos para cerca de 500 palavras por minuto, em eficiência máxima. O estudante universitário comum alcança,cerca da metade disto.

6. Mantenha-se afiado

Pesquisadores italianos descobriram que pessoas que tem mais de 65 anos que andam cerca de 9 km por semana em passo moderado tem 27% menos chance de desenvolver demência do que adultos sedentários. Os pesquisadores pensam que exercícios possam melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.

5. Pratique

Pratique os tipos de questões que aparecem nos testes de inteligência. Ao se preparar para problemas verbais, numéricos e espaciais, típicos dos exames psicrométricos, você pode melhorar o seu escore.

4. Zzzzzz

Tirar uma soneca rápida no escritório pode deixar seu chefe irritado?Informe-o que você, na verdade, merece uma promoção de acordo com os últimos resultados dos estudos sobre o sono. Um breve cochilo pode melhorar a sua memória, mesmo que dure apenas seis minutos.

3. Jogue videogame

Todo mundo que implorou por um videogame agora vai conhecer o melhor argumento para conseguir um: “Você não quer que eu tenha uma coordenação visual e motora inferior, quer?” Agora você pode falar que alguns jogos o tornam mais inteligente assim como o Brain Age, da Nintendo. Depois de esforços cuidadosos os jogadores “sentem seus cérebros rejuvenescerem”.

2. Exercícios

Estudos mostram que estudantes que praticam exercícios aeróbicos regulares ajudam a construir matéria cinza e branca no cérebros de adultos mais velhos. Em crianças o ponto alto foi o de levar a melhores performances em exames cognitivos.

1. Descubra

Aprender novas coisas pode reforçar o cérebro, especialmente se você acredita que pode aprender novas coisas. É um círculo vicioso: Quando você pensa que está tornando-se mais inteligente, você estuda mais, criando mais conexões entre os neurônios.

Mosquitos da malária picam primeiro pessoas que bebem cerveja

Testes feitos em laboratório com 5 pessoas mostraram que mosquitos transmissores do vírus da malária tem maior intenção de picar pessoas não-sóbrias. Os cientistas deram uma garrafa de cerveja para duas pessoas e os mosquitos da malária foram exatamente em direção a essas pessoas (os mosquitos depois foram tranquilizados com um leve choque pelos cientistas para não picar as pessoas, claro), e esse fenômeno deu muita curiosidade aos cientistas. Isso é causado pelo cheiro do álcool que sai da nossa respiração depois que bebemos cerveja; esse cheiro é sentido como um tipo de feromônio pelos mosquitos que logo vão em direção do cheiro. Ou seja, mais um motivo para não beber cerveja...

Quando e como surgiu a camisinha?

Durante séculos, homens e mulheres têm procurado métodos contraceptivos, vários foram testados, mas a maioria se mostrou apenas dolorosa e ineficaz. Na tentativa de evitar uma gravidez indesejada ou doenças sexualmente transmissíveis a humanidade inventou fórmulas tão estranhas quanto gengibre e suco do fumo ou excrementos de crocodilo, que possui pH alcalino, assim como os espermicidas modernos.

O nascimento da camisinha não foi muito mais nobre do que isto. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais.

Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.

Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo).

A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes.

As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.